5 de fevereiro de 2014

Bienal online com Shirlei Ramos



Seguindo a programação da Bienal online, confira o super 
bate-papo com a autora destaque da semana. 
Fique a vontade, e vem com a gente!!!

Como nasceu a vontade de escrever?
Eu crio histórias desde muito pequena. Mas a maioria delas sempre habitou apenas a minha cabeça. Raramente, eu pegava uma caneta e um papel (mais tarde o computador) para escrevê-las. Cheguei a escrever pequenos contos e uma história romântica curta. No entanto, era muito insegura para colocar minhas ideias no papel. Achava que todo mundo poderia escrever mil vezes melhor do que eu, então não valia a pena tentar. Até que um dia aconteceram três coisas, quase ao mesmo tempo, que me estimularam a escrever. Na verdade foram três livros e três autoras. O Pássaro, Perdida, e Amazônia – Caminho para o Sonho, das autoras Samanta Holtz, Carina Rissi e M.C. Jachnkee, respectivamente. Cada uma à sua maneira – Samanta com suas palavras de incentivo; Carina com sua história literária linda; e Marli com suas mensagens profundas – me ajudou a tomar coragem e correr atrás de me tornar o que sempre sonhei – uma autora de livros.

Como foi o desenvolvimento da história?
Tudo começou muito repentinamente. Um dia, um pouco antes de dormir (como sempre acontece quando uma história surge em minha cabeça), a ideia para o livro passou como um filme diante de mim, com riqueza de detalhes. Dormi e sonhei com ela. Então, no dia seguinte, quando estava num posto de gasolina com meu marido, e ele abastecia o carro, eu peguei um papel dentro da minha bolsa e comecei a escrever, sem parar, o primeiro capítulo. Isso foi no dia 8 de março de 2013. Cheguei em casa e corri para o computador. Não apenas para digitar o capítulo, mas também para fazer uma ampla pesquisa. Entendi que para o tema que gostaria de abordar era necessária uma boa pesquisa. Assisti a muitos vídeos e palestras sobre paralisia cerebral. E li muita literatura científica médica. Passei a escrever todos os dias, entre 1.500 e 5.000 palavras por dia, às vezes, por 8 horas seguidas, até terminar o livro em julho.

Como está a expectativa?
Uma mistura de sentimentos doidos...rsrs... Uma parte de mim, a insegura, morre de medo de não ter leitor, de ninguém se interessar pelo livro. Outra parte está com o coração em festa, feliz demais por ter escrito um romance do jeito que sonhei por toda minha vida, intercalando cenas fofas, dramáticas e leves.

Como foi todo processo para a publicação?
Eu cheguei a tentar publicar por uma editora tradicional, porém não houve resposta. Então, como sei da dificuldade do autor estreante nacional para ser aceito por uma editora logo de cara, e como estava super ansiosa por leitores (risos), resolvi ir pelo caminho que tem dado muito certo para os autores independentes: a Amazon. Contei com profissionais maravilhosos para fazer a capa e revisão/copidesque do livro e subi meu arquivo na Amazon.

Tem outros trabalhos, além desse? Se sim, quais?
Já escrevi pequenos contos e uma história romântica, mas nunca os divulguei. São amadores, na minha opinião. Mas já estou trabalhando em meu próximo livro, no mesmo gênero de A Missão de Anabel.

Em cinco palavras, defina o seu livro.
Leve, romântico, fofo, sexy e inspirador.

Escrever é...
É a melhor sensação que já experimentei na vida. É como sentir a alma dançar numa folha de papel ou numa página do Word enquanto escrevo. Uma alegria sem fim, um amor que não é possível medir e uma fé indescritível no poder dos sonhos.

Deixe uma mensagem para quem está atrás de seus sonhos.
Não desista nunca de correr atrás dos próprios sonhos! Algumas vezes, eles parecem alvos inalcançáveis. Mas é tudo ilusão para nos desmotivar. A verdade é que os obstáculos são colocados apenas para que, ao lutarmos contra eles, percebamos o quanto esses sonhos são valiosos e o tamanho do presente que a realização deles trará.

Fique de olho em nossa programação

Não esqueça de curtir a nossa pan page clicando aqui!

Bienal Online
Aqui é o seu lugar!

Terça-feira
Apresentação do BT e/ou resenha

Quarta-feira
Entrevista

Quinta-feira
Bate-bola

Sexta-feira
Apresentação do primeiro capítulo ou quotes

Um comentário:

Michele Mourão disse...

Adorei a entrevista, conheço as tres autores, mas só li mesmo livro Amazônia, e gostei muito do livro da MArli.

beijos e estou muito curiosa pelo livro, adoro leituras leves e divertidas.

Michele Mourão

michelemourao.blogspot.com

 renata massa